Festival de Inverno de Garanhuns – Pólo Gospel #fig2010

12 de julho de 2010 | Por Patty Martins | Eventos, Geral |

Durante os dias 15 a 24 de julho acontece o Festival de Inverno de Garanhuns e paralelamente acontecerá o Festival Gospel, na quadra coberta do Colégio XV de Novembro. Serão 10 dias de intenso louvor e ações evangelística.
Serão shows de músicapeças teatrais e musicais com uma abordagem educativa e evangelística. Abordando temas como: Violência contra crianças e adolescentes, drogas lícitas e ilícitas, sexo irresponsável e trânsito. Todos os temas serão contextualizados bíblicamente. 
Veja a programação:


De 15 a 24 de Julho de 2010 a partir das 19h30
Apresentação do evento: Beto Duran (Ministério Projeto Alfa)

Atrações:
Esteves jacinto
 Armando Filho e Banda
 Pr. Luiz Jácome 
Ivalber e Banda 
Banda Sal da Terra
 Banda Thronus 
Banda Semear
 Igreja Batista em Peixinhos (Olinda) e Pr. Leonardo Rodrigues 
Banda Vox 5
 Izabel Chalegra
 Eliane Salvador 
Pr. Marcus Alexandre
Débora Leite
 Pr. Marcus Vinícius (Comunidade de Nilopólis/RJ)
Davi Sacer,
Pr. Cláudio Claro


O evento vai ser transmitido ao vivo pela Rádio Porta das Águas que publicará no álbum deste site as fotos do evento.
Mais informações no
site do Projeto Alfa.

Dia da Pizza – Hoje 10 de Julho.

10 de julho de 2010 | Por Patty Martins | Conversa na Cozinha, Geral, Notícia |

Pizza é quase uma unanimidade, não conheço ninguém que não goste, uns mais outros menos, mas todos gostam deste disco de massa, coberto com molho de tomates e com queijo, além de uma infinidade de outros ingredientes. Se for assada no forno a lenha então, não tem para ninguém.


Um pouco de história
Dizem que é muito difícil identificar a origem da pizza. Uns dizem que há mais de 5000 anos já se tem indícios de hebreus, babilônios e egípcios que faziam uma massa de farinha e água assada em fornos rústicos, conhecida como piscea.
No início, só azeite de oliva e as ervas regionais faziam parte da pizza, somente algum tempo depois é que os italianos acrescentaram o tomate, que veio da América. Porém, até então a pizza não era redonda e sim dobrada como um calzone.

Segundo alguns, a pizza que era um alimento de pessoas humildes, em 1889, sofreu uma grande mudança. Raffaelle Sposito, que era considerado o melhor pizzaiolo da época foi convidado para ir ao Palácio do Rei de Nápoles, Ferdinando di Borbone para fazer pizzas para o Rei e a Rainha da Itália que estavam lá hospedados.
Raffaelle fez para o Rei Umberto I e sua esposa a Rainha Margherita três sabores de pizza, uma delas era feita com tomate, azeite, mozzarella e mangericão, feita em homenagem a Rainha e que trazia as cores da bandeira da Itália. A pizza foi chamada de Margherita. A Rainha gostou tanto, que escreveu um bilhete de agradecimento ao pizzaiolo mostrando seu apreço pela homenagem. O agradecimento por escrito da rainha ainda se encontra na “Antiga Pizzeria Brandi”, de Nápoles. Assim surgiu a Pizza Margherita e a pizza no formato redondo com o conhecemos hoje.
                                                                                                       
Pizza Margherita

Hoje temos centenas de sabores de pizza, salgadas ou doce. Temos pizza brotinho, família, quadrada, retangular, por metro. Enfim, para todos os gostos. E como este ano o Dia da Pizza calhou de cair em pleno, sábado, dia “oficial” de comer pizza, kkkk, que tal aproveitar e sair para comer uma destas.
Ai, ai não sei qual escolher para hoje a noite, se uma tradicional como a margherita ou uma nordestina, como a de carne seca. Na dúvida, acho que vou de meia margherita, meia carne seca, será que combinha? Mas, tem que combinar?
De sobremesa uma pizza doce com certeza. Acabei de ver uma reportagem sobre o Dia da Pizza na TV onde apareceu uma de maçã verde com caramelo e nozes, vixe. Mas acho que não tem destas por aqui. Então vou ficar com a de morango com chocolate que é divina.

Qual a sua preferida? Você faz alguma diferente? Conta para a gente aí nos comentários.

Fonte da parte histórica:  Linha do Tempo – Pizza,  Widipedia 

Moqueca Capixaba da Tia Márcia por @manusen_

9 de julho de 2010 | Por Patty Martins | Geral, Na Cozinha das Fias e dos Fios |
Olha que email mais legal este que recebi da Manu Stein (@manusen_). A manu é uma querida que sempre fala comigo no Twitter. Ela está montando a casinha dela, comprando os móveis, eletrodomésticos, louças, lençóis, tudinho. Ô coisa boa!Ela até já me prometeu uma fotinha da cozinha quando estiver prontinha.
A Manu tem aprendido, principalmente com a tia Márcia a fazer umas gostosuras e esta moqueca foi uma delas. 

“Patty segundo minha linda tia Márcia, ‘fazer moqueca é umtroço muito besta’, mas eu não acho isso não!
Olha não falei das quantidades, porque isso é uma coisa quejá é de família, a gente cozinha com as quantidades ‘no olho’, ou seja, vai deolhômetro mesmo. Quando estou lá em casa, uma das coisas que mais gosto defazer é ver a tia Márcia cozinhando. Eu aprendo muito só de olhar.
A panela TEM que ser de barro. Eu não sei nem imaginar a cocção de peixes empanelas comuns.
O tomate, sempre aquele menorzinho, tomatinho lindo que eu amo! Mas sem serdaquele mais miudinho, que é um pouco adocicado, perfeito pra saladas (eu mesmacomo uma caixinha dele vendo tv, é muito delicinha). Cheiro verde, coentro,cebola e alho, estalando de tão fresquinhos, nem preciso falar, né?
Tempero é o segredo, não poupe quantidades, mas também não coloque uma overdosede alho. Pode colocar BASTANTE, mas com bom senso. Como eu disse, asquantidades eu só sei dizer se está bom se eu estiver vendo.
Pra finalizar, o acompanhamento ideal pra essa delícia é arroz branco e pirão.”

Ela tirou algumas fotos e me mandou.Vamos ver:

Moqueca Capixaba da Tia Márcia
“Aqui a moqueca pronta, fumegandoe segundos antes de ser devorada!”



“Aqui são as cabeças dos peixes(esse dia era badejo) com bastante cheiro verde, coentro, tomatinho, cebola ealho. Isso vai ser o pirão. É só esperar ferver, aí as coisas (cheiro verde,tomate…) dissolvem, então basta tirar as cabeças e ir acrescentando aos poucosa farinha de mandioca, pra ‘dar a liga’ no pirão.”


Essas são as lindas postas, demolho apenas em água e limão (a gente usa preferencialmente o limão galego).Ela recomenda fazer isso antes de qualquer coisa, pra dar tempo do peixe perderaquele cheiro forte e ficar com uma consistência mais gostosa.”






“Estes são os deliciosos tomatinhos (esse não é aquele que parece uma cerejinha não, mas é um bem pequenino também, é o melhor pra preparar peixes) – e pode acreditar, usar esse tomate vai fazer toda a diferença.”


“Essa é a moqueca montada,prontinha pra ir ao fogo. No fundo, bastante alho bem socadinho (bastantemesmo), cebola em fatias bem fininhas, azeite de boa qualidade, açafrão ecolorau na medida certa e por cima as postas e bastante tomatinho, cheiroverde, coentro e mais um pouco de cebola. É só dar um misturada, sem levar aofogo ainda, pra dar uma incorporada nos ingredientes.”

“Essas são as amadas, tia Márcia e minha mãe(a loira).”


Valeu Manu, adorei conhecer um pouquinho mais você, sua mãe e sua tia. Quanto à moqueca, esta é um caso a parte, deliciosa. O problema é que fiquei aqui morrendo de vontade. Agora vou ter que fazer.

Brigadeiro do William Bonner feito por mim #receita do @realwbonner

7 de julho de 2010 | Por Patty Martins | Aprendendo a Cozinhar, Geral, Receita Doce, Receita Famosos |
O William Bonner, âncora do Jornal Nacional, da Rede Globo, é uma das sensações do Twitter. Porém, há alguns meses ele se despediu e disse que iria dar um tempo da ferramenta, ficamos órfãos do “Boa Noite” do Tio (como é conhecido lá). Mas desde que a copa começou ele voltou a dar umas twittadas para nossa alegria.
Eu o sigo (@aquinacozinha, me sigam os bons), faz tempo e logo no comecinho do Aqui na Cozinha (blog) tive o prazer de acompanhar o tio @realwbonner narrando a sua receita de brigadeiro tão famosa. Até fiz um post sobre isto: Brigadeiro do William Bonner.
Esta semana, euzinha que nunca tive TPM, nunca fui chocólatra (gosto, mas sem exageros) tive que apelar para o brigadeiro do Tio.
Tive TPM.
Com direito a dor de cabeça, fissura por doce, loucura por chocolate e vontade de bater em quem chegasse perto (au, au). Eu hein!
Ainda bem que durou pouco.
Mas o brigadeiro me salvou.
Então hoje, não vou dar uma receita, vou prescrever um remédio, kkkk. Quem sofre com isto sabe a que me refiro. Quem nunca sofreu (como eu até então) não queira com todas as suas forças ter, não vale a pena.
Vale a pena, sim, devorar este brigadeiro.
Os kilinhos a mais? A gente corre, nada, anda de bicicleta, se acaba na academia, né gente?
Vamos lá:

Brigadeiro do William Bonner

Ingredientes
1 lata de leite condensado Moça
1 colher (de sopa) bem generosa de chocolate em pó da Nestlé
1 colher (de sopa) de manteiga
1 gema passada na peneira

Modo de Preparo
Misturei todos os ingredientes em uma panela de fundo grosso, coloquei a temperatura do fogo bem baixo e fui mexendo, até engrossar. Não tem segredo, quando você passar a colher pelo fundo da panela e o brigadeiro demorar um pouquinho para se juntar novamente, está no ponto.
Neste caso, nem pense em enrolar, coma de colher.

Programação Oficial do XX Festival de Inverno de Garanhuns #fig2010

6 de julho de 2010 | Por Patty Martins | Eventos, Geral |