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Receita de Pudim de Tapioca de Cristininha

Cristininha é uma prima de meu marido, mas quem me passou essa receita foi a irmã dele, Ana, há muito tempo atrás e eu nunca tinha feito. Mas, esses dias remexendo nos meus arquivos do computador encontrei a receita e resolvi fazer. É uma receita de família e família baiana.

Essa receita é feita com a farinha de tapioca que é muito comum na Bahia. Não sei se em outros estados tem essa farinha, se tiver me diz aí nos comentários e como ela se chama. A farinha de tapioca é mais quebradinha e torradinha dê uma olhada na Foto 01 onde estão os ingredientes. É com ela que na Bahia fazemos o Cuscuz de Tapioca, Bolo de Tapioca, Mingau de Tapioca, Bolinho de Estudante e outras receitas. Não é a tapioca usada para fazer a tapioca que conhecemos por aí, aquela que parece uma panqueca e que chamamos de Beiju de Tapioca. O Beiju de Tapioca é feito com a goma de tapioca que é a mesma goma de mandioca, veja:  Como fazer tapioca.

Minha mãe quando veio me visitar me trouxe um pacote dessa  farinha de tapioca então aproveitei e fiz essa receita e vão ter outras também aguardem.

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Minha Bahia – Comidinhas


Estive viajando estes dias pela Bahia, como eu já falei, fiquei uns dias em Salvador, depois fui para o Recôncavo Baiano, Santo Amaro, Saubara, Cabuçu, Bom Jesus dos Pobres e Pedras Altas. Foram dias de muitas comidinhas boas. Ostra, acarajé e frozen yogurt, foram os destaques. Comi muiiiito. Quanto ao frozen, até já fiz uma versão caseira e ainda esta semana, publico aqui no blog.

Quero destacar este Tamarindo Cristalizado que minha mãe me deu. Ela disse que comprou em Riachão do Jacuípe, no interior da Bahia. Este doce é simplesmente divino. Bom mesmo. Uma das melhores frutas cristalizadas que já comi.

Agora se você estiver indo para Salvador estes dias, tenho duas dicas:

  1. Não deixe de passar na Cabana da Cely, na Barra. Lá tem o melhor pastel de camarão que eu já comi. Pastel de vento? Nunca, tem camarão até… Ah, não deixe de comer o caranguejo de lá. Veja as fotos acima. Dica de Roberto  (Dó) que nos levou lá.
  2. Se quiser ir comer acarajé no Rio Vermelho, vá, lá é um point. Mas, se quiser comer um acarajé muito gostoso, que sai da média, come o da Sônia, isto mesmo o Acarajé da Sônia, no Farol da Barra. Crocante, frito na hora, uma delícia mesmo e tem o mesmo preço, R$5,00 completo (com vatapá, caruru, salada e camarão).
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Lelê da Bahia. Lelê ou Muxá, você conhece?

Pois bem, Lelê e Muxá pelo que descobri estes dias são a mesma coisa: Uma sobremesa feita de quirera de milho. Quirera de milho, também conhecida como canjiquinha ou xerém é aquele milho amarelo todo quebradinho.
Lelê é como esta sobremesa é conhecida na Bahia e Muxá é como os capixabas a chamam lá no Espírito Santo.
No finalzinho de janeiro a Marly publicou no blog dela (aqui) a receita do Muxá. Fiquei surpresa, pois conhecia aquela sobremesa com o nome de Lelê. Dei uma googada e descobrir que os dois são a mesma coisa e mudam de nome dependendo do estado brasileiro.
Desde o dia que vi a receita da Marly fiquei com a maior vontade de fazer Lelê. Eu gosto demais desta sobremesa e aliás, não como só como sobremesa, eu como a qualquer hora e em qualquer momento. Afinal eu sou praticamente a rainha do milho, hahahaha. Quem me acompanha aqui sabe que gosto demais de milho e de tudo que é feito com ele.
Então, anteontem fiz o Lelê e me acabei de tanto comer, rsrsrs. Aquele “bolinho” bem úmido e com aquela consistência meio granulosa, mas muito macia, é uma perdição. Eu não tinha leite de coco integral (da fruta mesmo) aqui em casa, então usei leite de coco (de garrafinha), mas mesmo assim ficou ótiiiimo. quanto ao coco ralado, eu usei a fruta.
Antes de começar, quero dedicar este post à Marly (blog Saboreando a Vida) que me lembrou desta receita e também à Luisa, minha cunhada que adora estas comidinhas baianas. Gente, quando vou passar férias na casa de praia de Luisa, lá na Bahia (ai, ai, Bahia do meu coração), vocês acreditam que quando ela não faz estas delícias, ela levanta bem cedo e vai buscar estas delícias, inclusive Lelê, lá em Jacuípe, no restaurante de Chica para gente tomar café da manhã, antes de irmos nos esbaldar nas praias de Jacuípe, Arembepe, Guarajuba, etc… Isto que é cunhada, né não?
Agora vamos ao Lelê: