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Jerimum Camarão Pitanga e Queijo Coalho by César Santos

César Santos é tido como o Embaixador da Gastronomia Pernambucana e eu o conheci no Nordeste Culinária, ainda não tive o prazer de  conhecer o seu,  Oficina do Sabor, em Olinda. Mas experimentei um pouquinho do seu talento. Ele nos deu uma aula sobre os sabores pernambucanos e fez duas receitas surpreendentes e saborosíssima. Tenta aí, faz este queijo de aperitivo e depois este jerimum, aposto que você vai fazer o maior sucesso. Já pensou um cardápio destes no Dia das Mães?

Jerimum Camarão Pitanga

  • Ingredientes:

    300 g de camarão descascado
    200 ml de suco de pitanga
    200 ml de água
    50 g de açúcar
    50 ml de azeite de oliva
    50 g manteiga
    1 colher (de sobremesa) de tempero pronto
    1 colher (sobremesa) de mostarda
    1 pitada de pimenta do reino
    1 cebola cortada à juliana
    10 folhas de hortelã
    1 colher de sopa de requeijão cremoso
    1 jerimum jacarezinho de 1 1/2 kg mais ou menos

Modo de Preparo

Abra o miolo da abóbora em forma de tampo e retire as sementes. Lave bem, tampe novamente e leve ao forno em banho-maria por 1h30min ou até que esteja macia.

Em uma panela aqueça o azeite junto com a manteiga e coloque a cebola para refogar. Espere um pouco e junte o suco de pitanga e a água. Depois tempere com o açúcar, a mostarda, a pimenta do reino, o tempero pronto e a hortelã. Deixe cozinhar por 10 minutos. Acrescente os camarões e cozinhe mais 10 minutos. Recheie a abóbora, coloque o requeijão por cima e sirva. Fica bom se acompanhado, como na foto, de arroz de espinafre, por exemplo.

Obs. Use suco de pitanga industrializado, o natural pode amargar.
Se quiser fazer uma porção maior, compre uma abóbora maior e dobre a quantidade de ingredientes.

Entrada de Queijo Coalho

Ingredientes

  • 1 kg de queijo coalho
  • 100 g de alho (corte laminado)
  • 200 ml de azeite de oliva
  • Farinha de trigo para empanar
  • Folhas de manjericão
  • Sal a gosto

Modo de Preparo

Corte o queijo em porções de 10 cm, passe na farinha de trigo e frite no azeite. Junte o alho e deixe fritar. Acrescente o manjericão, deixe fritar um pouco. Arrume o queijo em uma travessa e coloque o alho e o manjericão por cima. Sirva quente.

Obs. Segundo ele fica bom com queijo de cabra.

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César Santos disse lá no congresso que o melhor queijo coalho que existe é o daqui (Garanhuns) e o de Cachoeirinha. Que orgulho em Garanhuns!

Eu assino em baixo, o queijo coalho daqui é bom mesmo eu compro toda semana e como cru mesmo, como dizem aqui.

Na foto eu e César Santos:
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Vatapá da Eva

Na Cozinha das Fias
 
Esta foi uma das delícias que comi, estes dias que estive em Senhor do Bonfim, na Bahia. Vocês sabem que Vatapá é uma típica comida baiana, né?
Conta a lenda história que o vatapá é influência da culinária africana na cozinha brasileira, trazida pelos escravos nos navios negreiros. Dizem que eles quando aqui chegaram, desenvolveram outros pratos, utilizando ingredientes locais para suplementarem sua alimentação, assim como desenvolveram o angu e a feijoada.
Pois bem, o vatapá pode ser feito de pão ou de farinha de trigo. Vou confessar para vocês que nunca gostei do feito com farinha de trigo, achava “fino”, sem gosto, sei lá. Mudei de opinião! Comi um vatapá maravilhoso feito pela Eva, lá em Bonfim. Comi, jurando que era de pão e qual não foi minha surpresa quando ela me disse que era de farinha de trigo. Então correndo, peguei a receita para passar para vocês.
Ela fez assim:

Vatapá da Eva

Ingredientes:

  • 1 kg de farinha de trigo
    2 garafinhas de dendê (de 200 ml)
    2 garafinhas de leite de coco (de 200 ml)
    1 1/2 litro de leite integral
    1 copo americano de amendoim torrado
    1 copo americano de castanha de caju torrada
    2 colheres (de sopa) de gengibre ralado
    200g de camarão seco e defumado
    Pimenta malagueta a gosto (opcional)

Modo de Preparo
Coloque no liquidificador 1/2 litro de leite com a castanha, o amendoim, o gengibre e o camarão. Bata bem e despeje em uma panela grande, vá acrescentando o restante do leite (frio) e a farinha de trigo, até obter ponto de massa de bolo. Agora acrescente 1 garrafinha de leite de coco e outra de dendê, misture bem e leve ao fogo, mexendo sempre. Quando engrossar mais, acrescente a outra garrafinha de leite de coco e de dendê, deixe engrossar mais um pouco, coloque o sal e a pimenta, se quiser, e desligue. Coloque em uma vasília de servir e pronto.

Obs: Existem diversas receitas de vatapá. Na Bahia, quase toda família tem a sua, hahahaha. Minha mãe mesmo, faz uma que é de babar. Tem receita que vai bacalhau, outras usam cebola e coentro e por aí vai. Se você faz uma diferente desta, manda para mim, contato@aquinacozinha.com.

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Umbuzada bem geladinha, ô coisa boa!

Estou aproveitando horrores a safra de umbu. Lembram que no sábado postei a Mousse de Umbu, pois bem agora é a vez da Umbuzada.
Você não sabe o que é Umbuzada?  Eu explico: Umbuzada nada mais é que uma vitamina de umbu.
E a bichinha é forte, viu? Aqui no nordeste muita gente até substitui o jantar pela umbuzada e ela sustenta e muitcho, imagina se feita com leite de fazenda, aí sai de baixo, kkk.
É uma delícia, tão cremosa.
Eu fiz assim:

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Moqueca de Filé de Merluza. Usando Minha Panela de Barro.

Nane Cabral, Vovó Cristina, Sandra Peres (acho que não rola mandar por Sedex, ia chegar só o caco), Fla, Dani Etoile (qualquer dia posto um arroz de coco), Carol,, Marly (agora está tudo ok) que comentaram no post Dica Para Usar a Panela de Barro pela Primeira Vez,  e todos as pessoas que são chegadas em uma comidinha na panela de barro, vou postar hoje a moqueca que fiz para estrear minha panela nova.

Moqueca de Filé de Merluza

Ingredientes

  • 1/2 kg de filé de merluza
  • 1 cebola picadinha
  • 2 tomates picadinhos
  • Coentro picadinho a gosto
  • 3 colheres (de sopa) de azeite de dendê
  • 1/2 limão
  • 2 dentes de alho amassados
  • 1 colher (de sobremesa) de colorau
  • Sal a gosto

Modo de Preparo

Tempere os filés com sal, limão e alho. Deixe descansando por uns 15 minutos. Na panela de barro (ou a que você normalmente usa), doure a cebola com o azeite de dendê. Acrescente os tomates, metade do coentro e o colorau. Refogue mais um pouco. Coloque os filés por cima e depois os vire cuidadosamente para não quebrar. Tampe a panela e deixe em fogo baixo até que estejam macios. Depois coloque o coentro por cima, sirva quente acompanhado de arroz branco.

Obs. Não precisei colocar água, veja o seu se precisar vá acrescentado aos pouquinhos.d



































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Lelê da Bahia. Lelê ou Muxá, você conhece?

Pois bem, Lelê e Muxá pelo que descobri estes dias são a mesma coisa: Uma sobremesa feita de quirera de milho. Quirera de milho, também conhecida como canjiquinha ou xerém é aquele milho amarelo todo quebradinho.
Lelê é como esta sobremesa é conhecida na Bahia e Muxá é como os capixabas a chamam lá no Espírito Santo.
No finalzinho de janeiro a Marly publicou no blog dela (aqui) a receita do Muxá. Fiquei surpresa, pois conhecia aquela sobremesa com o nome de Lelê. Dei uma googada e descobrir que os dois são a mesma coisa e mudam de nome dependendo do estado brasileiro.
Desde o dia que vi a receita da Marly fiquei com a maior vontade de fazer Lelê. Eu gosto demais desta sobremesa e aliás, não como só como sobremesa, eu como a qualquer hora e em qualquer momento. Afinal eu sou praticamente a rainha do milho, hahahaha. Quem me acompanha aqui sabe que gosto demais de milho e de tudo que é feito com ele.
Então, anteontem fiz o Lelê e me acabei de tanto comer, rsrsrs. Aquele “bolinho” bem úmido e com aquela consistência meio granulosa, mas muito macia, é uma perdição. Eu não tinha leite de coco integral (da fruta mesmo) aqui em casa, então usei leite de coco (de garrafinha), mas mesmo assim ficou ótiiiimo. quanto ao coco ralado, eu usei a fruta.
Antes de começar, quero dedicar este post à Marly (blog Saboreando a Vida) que me lembrou desta receita e também à Luisa, minha cunhada que adora estas comidinhas baianas. Gente, quando vou passar férias na casa de praia de Luisa, lá na Bahia (ai, ai, Bahia do meu coração), vocês acreditam que quando ela não faz estas delícias, ela levanta bem cedo e vai buscar estas delícias, inclusive Lelê, lá em Jacuípe, no restaurante de Chica para gente tomar café da manhã, antes de irmos nos esbaldar nas praias de Jacuípe, Arembepe, Guarajuba, etc… Isto que é cunhada, né não?
Agora vamos ao Lelê:

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Doce de Caju em Calda. Tão bom e tão fácil.

Chegou a época de caju aqui no nordeste. Em toda feira você encontra com facilidade e esta semana o maridão chegou com uns que me deu uma doce saudade da minha infância. Minha mãe sempre fez este doce na nossa casa. Ele é simplesmente divino.

Doce de Caju em Calda

Ingredientes

20 cajus médios

500 gramas de açúcar

5 cravos-da-índia

2 paus de canela

1 litro de água

Modo de Preparo
Separe 20 cajus e descasque-os. Dê uma apertada em cada um para tirar um pouco do suco e reserve. Em uma panela coloque o açúcar e leve ao fogo para caramelizar. Quando o caramelo estiver com cor de guaraná (mesmo que o açúcar não esteja totalmente dissolvido) acrescente a água e volte ao fogo até derreter todo o caramelo. Quando o caramelo estiver derretido acrescente os cajus, a canela e o cravo. Deixe ferver. Quando o doce ferver baixe o fogo e deixe a calda engrossar, isto leva de uns 50 min há 1 hora. Mexa de vez em quando. Quando a calda engrossar o doce estará pronto. Coloque em um recipiente de vidro.

Dicas:

  • Cuidado na hora de juntar a água com o caramelo, faça isto devagar, pois a temperatura está muito alta e a água pode espirrar.
  • Tem gente que faz este doce sem descascar o caju, eu acho que descascando fica muito mais delicado e saboroso.

OBS. A casa fica com um perfume delicioso enquanto você estiver fazendo o doce.

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Enfim comi uma Cartola

Enfim, experimentei a bendita Cartola. Todo mundo por aqui dizia: “Você tem que experimentar, é uma delícia”. Pois bem, experimentei.

Cartola é um doce sobremesa feito de banana e queijo, ela é típica daqui do nordeste e eu nordestina nata que sou, nunca tinha experimentado, vergonha. Por fim a hora chegou.
Foi na volta das férias.
Para voltar de Jacumã, fomos até Recife, subimos a Serra das Russas (Gravatá), depois Caruaru e por fim Garanhuns (oi, também sou Geógrafa, tá). Foi no alto da serra que experimentei a singela sobremesa.
Paramos para almoçar e de sobremesa tinha Cartola. Pedi e saquei a máquina de fotografia para depois mostrar para vocês (para vergonha de minha filha adolescente), mas eu fui discreta, viu gente?
É uma sobremesa bem simples. Ainda não fiz aqui em casa. Mas pelo que vi ela é feita assim:

Cartola

Ingredientes
Banana cortada no sentido do comprimento
Queijo Manteiga
Manteiga
Açúcar
Canela em pó

Modo de Preparo

Frite a banana na manteiga e Reserve. Corte uma fatia de 1 cm de queijo manteiga (tem que ser grossa porque este queijo derrete muito e sendo grossa ela não esparrama tanto). Frite o queijo na manteiga também. Agora é só montar. Arrume as bananas fritas formando um quadrado, deite o queijo por cima das bananas e cubra tudo com o açúcar misturado com a canela. Simples assim.
O sabor é delicado misturando o doce da banana com o salgado do queijo e com um fundinho de manteiga.
Se vier para os lados de cá, não deixe de experimentar.
Ou você também pode fazer em casa, a única dificuldade é o queijo então vou falar um pouquinho mais sobre ele.

Queijo Manteiga

Foto: Google

O Queijo Manteiga é também conhecido como “Requeijão Crioulo”,  “Requeijão do Sertão”,  “Requeijão Baiano” ou  Requeijão de Corte”. É um queijo semi duro com cor que vai do amarelo palha até um pouco mais escuro.
Você pode comê-lo cru, frito, puro, com frutas, com pão ou como ingrediente de alguma receita.
Ele tem uma crosta firme e tem uma certa oleosidade (devido à “manteiga” que é derretida e misturada à massa no decorrer do processamento).
Aqui no nordeste encontramos ele facilmente para comprar, já pelo Brasil a fora você vai encontrá-lo nas Casas de Produtos Nordestinos e encontra, viu gente? Eu nas minhas andanças pelo Brasil já fui em várias destas Casas e sempre encontrei. Já quem mora fora do Brasil pode procurar em algumas lojas que vendem produtos brasileiros (se tiver aí onde você mora) às vezes também encontra. Senão o único jeito é inventar uma desculpa para dar um pulinho aqui.

Com relação a Cartola, já soube que tem muita variação de Cartola por aí, inclusive agregando ou substituindo alguns ingredientes.
Ô Bia (Barros) a sua Cartola é com chocolate, é? Se for manda a receita prá nóis. Ou melhor, se quiser fazer e me convidar para ir aí comer eu faço este sacrifício e vou, hahaha (oferecida, eu? Imagina).

Quem quiser mandar sua receitinha de Cartola, a hora é agora. Mande para o contato@aquinacozinha.com, não esquece a fotinha.

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Mousse de Graviola, parece que você está comendo nuvem.

Gente esta receita me surpreendeu. Sabe uma sobremesa delicada, fina mesmo, é esta. Se você colocar em forminhas individuais, desinformar e decorar, ela pode ir para qualquer jantar sofisticado.
Não sei se alguém já fez esta receita antes, mas fiz seguindo minha “intuição culinária”. No sábado, (dia da principal feira daqui de Garanhuns) o maridão chegou em casa com 2 lindas graviolas. Uma nós comemos no mesmo dia e a outra eu resolvi fazer uma sobremesa para o domingo, antes da nossa viagem de férias. Apesar de estar super cansada (não é fácil preparar uma viagem para a família buscapé todinha), fui para a cozinha e valeu super a pena cada minuto que fiquei lá.
Não vou te enganar não, mas parece que você está comento nuvem com gosto de graviola. Tão refrescante, tão cara de verão.

Mousse de Graviola

Ingredientes

1 lata de leite condensado

1 lata de creme de leite

2 copos (de 250 ml) de polpa de graviola

1 envelope de gelatina incolor

Calda

200g de ameixa sem caroço

1/2 xícara (de chá) de água

1 xícara (de chá) de açúcar

Modo de Preparo

Abra a graviola e retire a polpa, depois com as mãos vá tirando todos os caroços. Bata no liquidificador com água e passe na peneira. Reserve dois copos.

Coloque 5 colheres (de sopa) de água em um recipiente e polvilhe a gelatina em pó, espere 5 minutos e leve ao microondas por 15 segundos.

Depois coloque no liquidificador o leite condensado, o creme de leite, a polpa e a gelatina dissolvida. Bata bem. Unte uma forma com óleo, passe água na forma untada e com a forma úmida despeje a mousse e leve a geladeira por 4 horas.

Enquanto isso faça a calda.

Passe metade da ameixa no liquidificador com a água, coloque em uma panela junte o açúcar e leve ao fogo até apurar e engrossar um pouco, junte o resto das ameixas inteiras e desligue.

Para desinformar a mousse, passe uma faca ao redor da forma e vire em uma travessa. Sai facinho, não precisa de reza especial, kkk.

Despeje a calda por cima e delicie-se.

Dicas:
  • Tem que o usar o creme de leite em lata e não o em caixa.
  • Faça o suco da graviola bem grosso fica bem mais gostoso.
  • Tem gente que morre de medo de desinformar mousse, mas se você fizer assim, não tem erro. Unte a forma com óleo, passe água e ainda molhada coloque a mousse e leve para a geladeira. Não se preocupe que o óleo não modifica o gosto do doce.
  • Usei esta gelatina:

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Moqueca de Peixe

Que tal uma moquequinha?
Hum! Eu fiz uma este fim de semana.
Peixe é sempre bom, né não?
A que eu fiz foi esta:

Moqueca de Peixe

Ingredientes

  • 1 kg de peixe em postas
  • 1 maço de coentro
  • 1 cebola grande em rodelas
  • 1 pimentão em rodelas
  • 1 dente de alho
  • 2 tomates em rodelas
  • 1 limão
  • 1/2 xícara de azeite de dendê
  • 1 vidro pequeno de leite de coco
  • Sal a gosto

Modo de Preparo

Limpe bem o peixe, corte-o em postas e deixe-o em uma recipiente com o suco de limão e o alho bem batidinho com um pouco de sal.
Conserve assim pelo menos por 1 hora.

Utilizando uma panela de barro coloque: 2 colheres de azeite de dendê, metade da cebola, do pimentão, do coentro e do tomate e dê uma leve refogada.

Em seguida arrume as postas do peixe e repita a camada de temperos em rodelas. Por cima coloque metade do leite de coco.
Não adicione água nem sal.

Cozinhe em fogo brando e quando começar a ferver coloque o resto do leite de coco e do azeite de dendê.

Tampe, espere uns 10 minutos e experimente o sal, veja se precisa colocar um pouco mais.

E aí é só correr para o abraço.

Dica:

  • Se não tiver uma panela de barro pode usar qualquer outra. Mas se puder tenha uma panela de barro em sua cozinha, tem umas do Espírito Santo maravilhosas (a minha quebrou) esta aí em cima é outra que eu tenho, é da Bahia.
  • Se você não gosta do azeite de dendê, use óleo de soja ou azeite de oliva, modifica o gosto mais dá certo.
  • Se tiver possibilidade use o coco fruta e bata com água no liquidificador para tirar o leite do coco e use na moqueca. Fica divino. Eu usei o vidrinho, pois não tinha o coco.
  • Escolha o peixe da sua preferência, de água doce ou salgada, eu gosto de cação, mas fiz esta com peixe de água doce. Até com peixe congelado eu já fiz. Peça ao peixeiro, na feira ou no supermercado, para limpar e cortar o peixe em postas assim você não tem este trabalho.